
Quando se analisa a formação do Estado moderno, não se pode esquecer seu estreito vínculo com o jogo social das etiquetas do cotidiano da corte e com as estratégias ali planejadas, bem como as práticas mecantilistas, as guerras constantes e as dificuldades de definição do catolicismo e do protestantismo.À época de sua formação, o estado nacional moderno tinha como autoridade máxima,absoluta, o rei, que governava sobre um território definido, no qual se buscava identidade e unidade.
O PODER DO REI
O controle crescente exercido sobre a vida da população aconpanhou a centralização política e o fortalecilemnto do poder real.Estabeleceu-se então um contexto de reverência, presente nos mínimos detalhes, no dia a dia da vida cortesã. Segundo o cientista político Nicos Poulantzas, " O Estado absolutista era caracterizado pelo fato de o poderio estatal, em geral um monarca concentrar em suas mãos, o poder incontrolável pelas outras instituições"foi essa centralização no entender de Nicos, que criou as condições que levaram o surgimento da economia capitalista.
TEXTO RETIRADO DE LIVRO DE HISTÓRIA DO ENSINO MÉDIO.
LIVRO:RUMOS DA HISTÓRIA DE ANTÔNIO PAULO REZENDE E MARIA DIDIER PARA AULA NO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA DA ESCOLA PROº FERNANDO MOTA.
AULA MINISTRADA PELO PROºFELIPE MENEZES.