domingo, 26 de julho de 2009

A NOVELA BRASILEIRA, NOSSA ÁGORA GREGA

A NOVELA BRASILEIRA, NOSSA ÁGORA GREGA!
As novelas globais tem se tornardo o motivo de reflexão para os brasileiros, já que não há um espaço para o debate público. A Ágora grega era um espaço onde os cidadãos podiam debater os problemas do seu cotidiano e leva-lós a reflexão. No momento, a emissora globo transmite uma novela cujo tema é a religião indiana que preserva os costumes milenares do povo da Índia. Observando mais atentamente, o Budismo está para o Induísmo assim como o Judaísmo está para o Cristianismo, se formos compara-lós. O Budismo era a religião da libertação e qualquer um, independente das castas, poderia ser um Buda, ou seja, um iluminado desde que se fizesse certos preceitos e fosse um iniciado para alcançar a iluminação. No caso do Cristianismo, Deus convida a todos para segui-ló. Mas, nem todos podem ser um Induísta ou um Judeu., pois tem que nascer Judeu ou Induísta. Como posso ser algo antes de nascer? Não posso ser aprioristicamente, só posso ser quando me tornar, ou seja, aposteriore. O filósofo alemão Hegel, que influênciou Karl Marx, dizia que a religião do povo está intrinsecamente ligada ao Estado. Dessa forma, a história do mundo coincide com as histórias das religiões. Como pode haver uma nação plena sem religião? O próprio Imperalismo americano nasce com a religião do povo. Os estadunidenses tiveram como objetivo ser o povo escolhido para o avanço do oeste americano, partindo das treze colonias, muito embora custasse a matança do povo indigina local. Na Europa uma pequena seita que veio do oriente iria se tornar uma das maiores religiões do mundo, como é o caso do Cristianismo. Se no Brasil negamos tudo isso, como podemos nos tornar uma nação plena, como dizia Hegel? Precisamos inventar outras formas de totem! Ou não, como diz Caetano!

FELIPE MENEZES
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quinta-feira, 23 de julho de 2009

INIMIGOS HOJE, AMANHÃ NEM TANTO!

No primeiro governo de Vargas em plena a ditadura do estado novo, um jornalista e escritor estadunidense, Jonh Gunther, ao entrevistar o presidente Getúlio Vargas, fizera a seguinte pergunta ao ditador: "Presidente o senhor tem muitos inimigos?" Getúlio respondeu!
"Não tão inimigos que amanhã não possam ser meus amigos!".


Taí o retrato da política brasileira!


FELIPE MENEZES
DOIS HOMENS E DUAS GARFES!

Terminada a guerra do Paraguai, como assim é conhecida, Brasil X Paraguai, os jornais noticiavam as tropas Brasileiras que voltaram cobertas de glórias, onde davam especiais destaque para Caxias e Manoel Luiz Osório o depois então agraciado com o título de Marquês do Herval. Segundo alguns amigos um homem com uma altivez extraordinária.Em virtude do seu valor, foi nomeado ministro da guerra.Em uma reunião do gabinete presidida pelo imperador, sua majestade D. Pedro II, Osório com os outros ministros presentes, carregavam a espada talvez como um homem de guerra que era, como símbolo de sua personalidade, nas reuniões ministeriais.D.Pedro II tinha o hábito de cochilar nessas reuniões.Particularmente nesse dia os cochilos sucederam-se por toda reunião até o ponto dos ministros começarem a se inpacientar.Em um desses cochilos mais prolongados Osório sutilmente baixou a espada a uns trinta centímetros do assolho da sala de reuniões do Palácio e ...deixou-a cair no chão! então sua majestada acordou daquele breve cochilo, virou-se para Osório e perguntou:"NA GUERRA DO PARAGUAI AS ESPADAS DOS GENERAIS COSTUMAVAM CAIR ?" Osório respondeu com aquela altivez que o a caracterizava:"NÃO MAJESTADE! NO PARAGUAI OS GENERAIS NÃO DORMIAM"
Fonte-consuetudinária-J.F.Menezes-89 anos.

FELIPE MENEZES
Por Felipe Menezes

A historiografia oficial limita-nós a história dos vencedores.
Colocaremos fatos que a história escondeu ou esconde!
Os fatos mais interessantes são como frutos escondidos, entre as folhas de uma árvore, é preciso procura-lós, garinpa-lós pra que venham a tona. Temos que estar atentos a ideologia dominante da época para depois de contextualiza-lós, podermos entende-lós
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FELIPE MENEZES